Pois bem...
Depois de tanto tempo sem escrever uma única linha e de tanta água passar por baixo das minhas pontes, retorno (cansado pelo tempo e distância) a fim de registrar as idéias, dúvidas e respostas que ainda continuo procurando.
Há poucos dias, vendo um dos capítulos da imortal série X-Files, deparei-me com uma situação ímpar e exemplar. Um homem tem uma "segunda chance" para corrigir seu erro ao sentenciar um inocente à prisão. Este, acaba morrendo antes da conclusão da pena e, dessa forma, o irmão (o verdadeiro criminoso) busca vingança contra aquele que pôs seu irmão na cadeia.
Muitas dúvidas me assombraram desde então. Muitas.
E, ao final do episódio, o personagem sentencia aquilo que resume muito do que pensei e quis saber como resposta durante os 42 minutos do filme:
"A passagem do tempo não nos aprisiona em uma cela de tijolos e cimento, mas em uma de esperanças frustradas e tragédias inevitáveis.
Quão preciosa é então a chance de se voltar ao passado. Apenas para descobrir que ao encarar o passado você deve encarar a si mesmo.
Que libertar-se da prisão do tempo não o libertará da prisão do seu próprio caráter, do qual não há escapatória."
Depois de tanto tempo sem escrever uma única linha e de tanta água passar por baixo das minhas pontes, retorno (cansado pelo tempo e distância) a fim de registrar as idéias, dúvidas e respostas que ainda continuo procurando.
Há poucos dias, vendo um dos capítulos da imortal série X-Files, deparei-me com uma situação ímpar e exemplar. Um homem tem uma "segunda chance" para corrigir seu erro ao sentenciar um inocente à prisão. Este, acaba morrendo antes da conclusão da pena e, dessa forma, o irmão (o verdadeiro criminoso) busca vingança contra aquele que pôs seu irmão na cadeia.
Muitas dúvidas me assombraram desde então. Muitas.
E, ao final do episódio, o personagem sentencia aquilo que resume muito do que pensei e quis saber como resposta durante os 42 minutos do filme:
"A passagem do tempo não nos aprisiona em uma cela de tijolos e cimento, mas em uma de esperanças frustradas e tragédias inevitáveis.
Quão preciosa é então a chance de se voltar ao passado. Apenas para descobrir que ao encarar o passado você deve encarar a si mesmo.
Que libertar-se da prisão do tempo não o libertará da prisão do seu próprio caráter, do qual não há escapatória."

Quantos podem dormir - todas as noites - tranquilamente com a cabeça em seus travesseiros tendo um caráter digno? Algo a ser lembrado daqui a cem anos... por aqueles os quais mantiveram algum tipo de contato nessa vida?
Campeando a minha vida, reparo que há pessoas sem o mínimo disso em meu passado e que, graças ao "destino", fez-me afastar desse tipo de pessoa.
Apenas espero que, um dia, algum tipo de esclarecimento possa pairar sobre a consciência destas a fim de dar uma luz e refletirem o que foram como pessoa nessa mísera existência. E, assim, finalmente, possam libertar-se de seu pequeno caráter.


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